25 janeiro 2012

NÃO do Brasil

Não, não é mais uma manifestação anti-crise, mas pelas cores em exposição na loja, podia perfeitamente ser o mote para um movimento positivo. Segundo os donos - Inês G. Correia e João Pedro Amorim - reza a lenda que, «algures no coração de Minas Gerais, o pequeno Adilson, cansado de andar sempre descalço e de ouvir a sua pobre mãe responder-lhe NÃO a cada pedido para comprar um simples par de sapatos, habituou-se a fabricar os seus próprios sapatos com os materiais coloridos que ia recolhendo dos bairros pobres de Belo Horizonte. Com o passar dos anos, estes sapatos iam ficando cada vez mais bonitos. Actualmente Adilson é um homem feliz que lidera uma pequena empresa que fabrica milhares de sapatos coloridos para a felicidade de todos os que os usam. Quando alguém lhe perguntava se os seus sapatos tinham um nome, lembrava-se da sua mãe e respondia invariavelmente NÃO com um sorriso enigmático nos lábios… Consta a lenda que foi assim que o nome NÃO surgiu associado a estes sapatos.»

A ideia é vender "ultra-light & ultra-slim casual street footwear", totalmente fabricado à mão. Apresentam três colecções -  CAÏPI, NOÏTE e KID -, com todos os tamanhos e cores que se possam imaginar. Aliás, a parede de exposição da loja (com mais de 1000 exemplares à vista) é, só por si, digna de se ver!

São originais, são acessíveis e diz quem já experimentou que são muito confortáveis. Se é por isto, vale a pena dizer NÃO! Já fazia falta uma montra destas em Lisboa!


Quanto mais não seja, fica uma óptima desculpa para ir às Amoreiras!

Imagens e lenda daqui.

21 janeiro 2012

A almofada

No meio de várias trocas e test drives de almofadas que se têm dado cá por casa, tive ontem o gosto de rever a minha almofada de há anos, fantástica como só ela e que muitos bons sonos me deu durante imenso tempo. Foi um reencontro bonito, muito ao estilo das "duas vidas separadas pelo tempo, dois destinos, uma história de amor". E esta noite: 8 horas de um sono belíssimo, descanso merecido, sono de beleza (mais que) necessário, culminaram nada mais, nada menos do que num belo torcicolo. Ai... estou que nem posso...

19 janeiro 2012

O Rei Leão

Estreou há umas semanas o novo Rei Leão. Não sou nada fã de 3D, mas quem não gosta do Simba e companhia? Fica o trailer, porque hoje estou p'rai virada.



Ainda para mais - para quem ainda não estiver convencido - há que reconhecer o seguinte:


Enough said.

17 janeiro 2012

Melhores cumprimentos

Estanho sempre que recebo uma carta institucional - de um desconhecido, portanto - que apresente os seus melhores cumprimentos. Eu sei que é assim o formato-tipo recomendado para uma carta formal, mas causa-me um certo prurido...

É que me leva sempre a pensar: se a tal pessoa nunca me viu mais gorda, não há razão para me preferir a outra qualquer. Os seus cumprimentos serão, concerteza, iguais para toda a gente e daí... para quê o "melhores"? Mas se não, a quem dirigirá os seus piores cumprimentos, pergunto eu? Aliás, imagino-me logo a receber um destes dias uma carta do banco a dizer "Com os meus cumprimentos assim-assim, Fulano de Tal"... Emoldurava-a, juro.

No fundo, digo isto porque os meus melhores cumprimentos são beijinhos e abraços e guardo-os para aqueles de quem mais gosto. Nunca hão de ser impessoais.

E com este devaneio me despeço, aguardando notícias de V. Exas.

Com os meus melhores cumprimentos!!,

T.

15 janeiro 2012

Ídolos



Não tarda estão aí os Ídolos outra vez. Não tenho grande interesse...

Pedia só que me fizessem o favor de mandar os filmes deste ano do Star-Quality.

13 janeiro 2012

Novidade!

Chama-se Maçonaria e fala-se dela como se fosse uma grande novidade, como se não existisse desde os tempos mais remotos da humanidade...

Assenta numa estrutura hiper-organizada e hiper-ramificada em que cada membro poderá subir degrau a degrau até ao cargo máximo de Grão-Mestre. Por cá (tal como por fora), são "mais que as mães", mas quase todos escondidinhos. O que eu não percebo é isto: porque é que de repente querem parecer tão transparentes mas no fundo se mantêm tão secretos... Ou percebo?

Ao que parece, tencionam "ajudar os homens a reforçarem o seu carácter, melhorar sua bagagem moral e espiritual e aumentar seus horizontes culturais". Agora, quais são meeesmo os seus objectivos? Para ser sincera não sei... Mas lá que estiveram presentes em (vou generalizar) todos os grandes acontecimentos mundiais, isso e certinho. Da Revolução Francesa à Independência dos EUA, contribuem constantemente para as grandes mudanças nas sociedades desde que elas existem.

Mas do que agora se fala é sobre os alegados favorecimentos e "jobs for the boys". Ninguém o nega, dizem apenas que, enfim, lá uma vez por outra pode ter acontecido.

A sério?!

Então imaginem lá: Estão lá os maçons todos sentadinhos nas poltronas da Loja a discutir o preço das hortaliças e o aumento dos combustíveis (aka os cordelinhos que têm para puxar), quando um comenta com o seu irmão: "Oh Salvador Sampayo de Saavedra [chamam-se todos qualquer coisa assim], o meu genro, Sebastião Vasconcellos D'Arantes é da área da construção [isto é, só tem o 12.º e não tarda xuto-o mas é p'rás obras que já chega de viver às minhas custas]! Não sabe de alguém que esteja à procura?". No dia seguinte o outro - que não é nada destas coisas mas que até precisava de alguém para ocupar um lugarzinho piqueno como acessor na Câmara, a agrafar fotocópias e a ganhar três mil por mês - põe-se a pensar em alguém para contratar. Quem será o primeiro a vir-lhe à memória?

Favorecimento não!, mas o poder de sugestão é uma coisa engraçada.

09 janeiro 2012

Ver passar navios

Conheço bem a sensação. Saber que o globo gira, mas sentir que o meu mundo não sai do lugar.
Pode ser bom, neste caso não. Mas não me sinto mal com isso, aceitei apenas que nem sempre a vida corre sobre rodas e por vezes há que saber parar - até mesmo dar um passo atrás - para que consigamos dar depois dois para diante.
Já no passado optei por esse caminho, não me dei mal, foi uma aposta ganha. Mas lembro-me que não foi fácil marcar passo sem sair do lugar e ver toda a gente a andar à minha volta.
Não é primeira vez que passo nesta rua e tal como em outros tempos, preciso de fazer as coisas à minha maneira.

06 janeiro 2012

Agenda 2012

Não detestam quando só descobrimos as ideias mais engraçadas para presentes uns dias depois da ocasião? Pois bem, esta é uma delas...



Ao que parece, a Galp Energia está a apoiar a Fundação Liga com ideias positivas. Passo a explicar: Aqui há umas semanas a Galp Energia promoveu uma acção de cariz social em que convidava quem passasse no Chiado "a retirar, guardar ou partilhar uma ideia positiva, um incentivo ou uma inspiração" das milhares que estavam escritas em post-its num painel na rua. 

Para além disso, no mesmo dia foram deixadas 45 mil mensagens nos carros estacionados nas principais ruas das cidades de Lisboa e Porto. Confesso que me passou completamente ao lado... Lembro-me que lá tinha o tal papelinho colado no vidro e imediatamente pensei que alguém se devia ter enganado no carro e pimbas, "passa a outro e não ao mesmo", colei-o no carro ao lado...



52 destas ideias estão reunidas na nova Agenda 2012 - uma para iluminar cada semana do ano que agora começa - e por menos de 5€ recebe-se uma agenda original e ajuda-se quem beneficia dos serviços da Liga a ter um 2012 mais positivo! Excelente, não é?

04 janeiro 2012

30 minutos de pura motivação

Estão vocês a pensar: "Epá, outra vez este a falar?!". Pois bem, o senhor veio aqui falar ao meu blogue porque no youtube ainda só tem umas 150000 visualizações. "E não chega?" Não. Dando o devido desconto aos exageros do calor do momento, é para ouvir de uma ponta à outra sempre que bater a desmotivação e após cada notícia com a palavra «troika». Receito eu.

01 janeiro 2012

Um brinde a 2012


Um brinde.
Ao que correu bem e ao que conseguimos ultrapassar.
Ao incerto e aquilo por que continuamos a lutar.
Ao que temos e ao que queremos ter.
Um brinde ao que correu bem e ao que não deu em nada.
Um brinde aos amigos - esse nunca pode faltar.
Um brinde ao fim, por fim, de 2011 e um brinde a 2012.
Que não seja apenas mais um ano, que seja excepcional.
Um brinde a 2012.
Um brinde a nós.

31 dezembro 2011

Desejos

Recebi de uma amiga e gostei muito!
Subscrevo inteiramente. 'Bora lá para 2012!


E para 2012 não vai nada, nada, nada...

TUDO!!

Estou no espírito do "I've got a feeling", simplesmente porque 2012 não pode (de maneira nenhuma - não pode!) ser pior do que foi este ano que agora finalmente acaba. Por favor!...

Xauzinho 2011 e não voltes nunca mais.


30 dezembro 2011

Ferrero Rocher

Bolas, devo ter andado mesmo distraída!!

Então não é que houve praí uma mega festa/desfile/campanha Ferrero Rocher e me passou completamente ao lado?!

Foi há pouco mais de um mês e não faltou o mordomo, nem o Rolls Royce, nem uma data de meninas vestidas a rigor passeando-se pelos Aliados, no Porto e pelo Chiado, em Lisboa.

Ai Ambrósio... porque é que não me avisou?!!




Está tudo aqui.

29 dezembro 2011

Pino!

Pronto, está aqui o vídeo do meu pino para comemorar os 15 seguidores!! yey!

Ora bem, qual é a vantagem de ter uma cozinha estreitinha? É esta:


Atão achavam que eu ia por-me aqui a fazer o pino? Talvez nos 16, pronto...

Engraçadinhos, hã??

Mal eu disse ali atrás que fazia o pino se tivesse 15 seguidores, apareceu logo mais alguém para me obrigar a fazer a figurinha triste... Vá lá, vá, pronto, vou ali fazer o pino, já volto com a fotografia.

28 dezembro 2011

New Year's Eve

Há que tempos que não ia ao cinema... fui ontem. Verdade seja dita, vejo um filme uma vez por outra, mais para distrair do que propriamente por amor à sétima arte. Daí que geralmente opte por filmes levezinhos, daqueles que não almejam grande sucesso ou reconhecimento, mas que são bem dispostos e agradáveis, que para tristezas basta a vida real... Então, ontem fui ao cinema com o J. e fomos ver o "New Year's Eve". É uma série de estórias de solteiros e casados, novos e menos novos, com recomeços e segundas oportunidades, amor, perdão, esperança - o costume - que se passam no centro de Nova Iorque na véspera do Ano Novo, a noite em que tudo é possível. Tem para lá de montes de gente conhecida, é engraçado e nem sempre previsível. Cumpre perfeitamente o propósito: recomendo!



Epá, é o "O Bairro do Amor"

Tenho para mim que há que respeitar um compositor/cantor que mantém durante décadas um sucesso com uma música cujo refrão começa com "Epá".


Dueto improvável: Jorge Palma e Lena d'Água - O Bairro do Amor.
Programa "Deixem Passar a Música", em 1986 na RTP1.

27 dezembro 2011

Onde está a crise??

Não deve ser por aqui...
Ontem fui fazer a ronda tradicional de 26 de Dezembro - gosto dos sapatos mas estão grandes, as luvas descosidas, e a pulseira cai-me da mão - para trocar alguns dos presentes do Natal. Poderia dizer que estava muita gente no El Corte Inglês (e era verdade), mas houve a "Black Friday" do costume e a enchente era tal que o problema começava sensivelmente a um quilómetro e meio do centro comercial, que é o mesmo que dizer uma horinha de trânsito para atravessar a Praça de Espanha e subir a António Augusto de Aguiar... Oh my God!! Era só gente a arrastar sacos e saquinhos escadas acima e escadas abaixo, a acotovelar-se, bancadas completamente atulhadas de roupa e funcionários em absoluto esgotamento. E ainda falam da crise!

24 dezembro 2011

Querido Pai Natal,

Este ano não peço muito. Queria só que me dissesses que isto tinha acabado e tinha ficado tudo bem...

22 dezembro 2011

gosto do Inverno



A minha irmã tem razão: ela faz anos antes do Verão, tem mais roupa fresca, eu faço depois, tenho mais roupa de Inverno. E agora começa o meu reinado. Ainda vou pensar se lhe empresto aquela camisola ou o outro casaco. Porque na verdade, quando a nossa irmã tem tanta pressa e sai de casa com um até logo de fugida, sem olhar para nós, é porque leva qualquer coisa nossa...

19 dezembro 2011

Mala preta

Há cerca de 500 anos que preciso de comprar uma mala preta. Qual é o problema? É que de cada vez que saio à rua para comprar uma malita preta, volto com uma cinzenta ou azul ou cor-de-rosa, ou uns sapatos, ou uma saia, ou um casaco... já estão a ver o problema?!

Além do mais, sou (mesmo!) esquisitinha com malas... parece que só me escapa o olhar para aquelas cujo preço ascende aos 3 dígitos... Enfim, quem tem bom gosto é assim.

E é por isto que continuo a precisar de uma mala preta.

Uterqüe

Guess who's back??!

Olá, olá!
Andei uns dias afastada do mundo cibernético, mas estou de volta! Dentro de dias farei o relato sob a etiqueta de "andar na boa-vai-ela". Entretanto, aqui fica um cheirinho:


O Último Segredo, José Rodrigues dos Santos

Não sei o que me deixa mais curiosa: se o título, se o tema, se a promessa de um pouco mais "acção" e menos "descrição" do que em livros anteriores, se o simples facto de ter imenso respeito pelo autor. Seja como for, parece-me uma boa ideia para um presente de Natal. Aliás, um livro é sempre uma boa ideia.



Na Bertrand está com 20% de desconto!

04 dezembro 2011

Os Donos da minha Rua

Ainda não tinhamos vindo para cá morar, ainda isto era tudo vigas, buracos, pó e entulho, já se estava a perceber que havia uma entidade que dominava esta rua e quiçá, todo o bairro.

Não seria por ser um grande proprietário (que já houve quem fosse dono de várias casas nesta rua e nem por isso a coisa foi diferente), ou por ser o mais antigo (tenho a certeza que o meu vizinho do lado com os seus 500 anos já cá mora há mais tempo). Terá sido por algum poder do além que aquela alminha se tornou o Dono da Rua.

Ser Dono da Rua é como ser Rei e, como tal, toda a família usa o título nobiliárquico com grande orgulho, como só as grandes famílias ostentam. (Ainda não vi nenhum brazão na fachada das casas, mas está, certamente, para muito breve.)

Contudo, estamos em crise e estes tempos não estão para grandes gastos com criadagem. Vai daí, a qualquer hora a que eu saia de casa, lá anda um deles a patrulhar os seus domínios (e os dos outros, for that matter...). Ora, a coisa dá-se da seguinte forma (visualizem!):

8h00 Logo pela manhã, para começar bem o dia, vem a Dona da Rua - a mulher do Dono da Rua - com os seus chinelos abertos a frente e meias berrantes, mas a condizer com o pijama velho, roupão piroso e rolos na cabeça (não, já estou a exagerar... or am I??). Dizia eu que lá vem ela, rua acima, ou rua abaixo: nunca percebi de que que lado vivem eles, de que lado vivem as filhas... Vai daí cruza-se com o neto, dos seus 20 anos que sai já a passear os cães.

08h30 Passa o Dono da Rua para cima.

10h00 Aparece o neto de tronco nú - oh so (not) sexy -, balde e esponja na mão. Tira da garagem de cima o seu carrinho branco a brilhar e põe-se a lavá-lo no meio da rua. Não que ele estivesse sujo, mas no fundo é tudo o que o rapaz faz na vida portanto não se pode deixar desleixar.

13h00 Passa a Dona da Rua com um tabuleiro de inox cheio de empadas (ou pastéis de bacalhau, ou outra coisa qualquer, sei lá!, vêm sempre tapados com um pano aos quadrados meio desbotado, o que havia à mão, não vá arrefecerem no caminho). Logo de seguida vem uma das filhas - a mais velha, mãe do rapaz de há bocado - com duas cadeiras debaixo do braço. Além de não haver fogão para cozinhar na casa de cima, também não deve haver cadeiras para todos.

14h00 Passa o Dono da Rua para baixo.

14h30 Sai a filha mais velha, desta vez no seu carrão. Tal como quando vai a pé, não cumprimenta ninguém. Quanto muito havia de acenar como a nobreza, mas ainda se despista e atropela a mãe, Dona da Rua, que entretanto vinha a passar outra vez. Portanto não vale a pena.

17h40 Passa o Dono da Rua para cima.

17h45 Passa o Dono da Rua para baixo outra vez - don't ask.

18h00 Chega a filha mais nova, orgulho do seu papá - o Dono da Rua - que, por pouco mimada que é, chega no seu carrinho (coitadinha, não tem um carrão como o da mana) e bota-se à frente do grande portão verde - maior que a casa - e buzina como se não houvesse amanhã até que o papá ponha de lado o jornal e venha à rua dar entrada à menina! Volta a sair pouco depois, mas isso não interessa nada.

20h00, hora de jantar. Já estão a ver o que acontece, não?

00h00 Sai o genro - ainda não tinha aparecido o genro, marido da filha mais velha - a passear os cães novamente para o chichi da noite, que isto de marcar terreno é mais importante do que se pensa.

02h00, chove torrencialmente e a filha mais nova volta a aparecer no seu carrinho. Buzina, aparece o paizinho. Mas, azar dos azares, quando construíram o murete à entrada esqueceram-se que o carro tem que ter espaço para fazer a manobra e agora tem que entrar mesmo de frente... dizia eu, por azar alguém estacionou do outro lado da rua e a menina - coitada - não conseguir fazer a manobra como quer. Vai daí, não pensa duas vezes (não pensa, ponto): lança uns três ou quatro palavrões para o ar, alto e bom som, só para saberem quem é a Filha do Dono da Rua. Tem 40 anos e é solteira. E são 02h00.

Verdade seja dita, o Dono da Rua (ao contrário da mulher e filhas) cumprimenta sempre quem se cruza com ele e parece ser bastante simpático. Pudera, se assim não fosse, ninguém voltava a votar nele para Dono da Rua!!

Quando vier para aqui morar alguém da minha família há-de acontecer o mesmo... e eu hei-de morder esta linguinha que Deus me deu, e morrer envenenada!!

03 dezembro 2011

Walk in closet

Gostava tanto de ter um walk in clooooset... ... ...

Hilton

Kardashian

Kimora


A inveja é uma coisa feia que dói...

02 dezembro 2011

Fado

Se calhar já vou um bocado atrasada, mas pronto, tinha que deixar aqui um post sobre a vitória que foi o nosso Fado ter finalmente sido aceite como Património da Humanidade pela UNESCO!

Agora que falo nisto, penso: verdade seja dita que o fado já não tem bem o significado que tinha... Em tempos era a música do povo, da voz das cantadeiras da Bica, de Alfama, da Madragoa. Era a honra de uma classe, o orgulho de quem não tinha, na verdade, outra coisa em que ser grande. Apostavam tudo nele, talvez por isso o cantassem com tanta alma. Hoje o fado está a transformar-se num privilégio de poucos. Aquela classe que outrora dava realmente significado a tudo isto parece estar cada vez menos ligada à cultura - a esta, pelo menos. Basta olhar para quem canta o fado nos dias de hoje. Não é bom nem mau, é fruto da evolução da sociedade em que vivemos. A "História de uma cantadeira" já lá vai...

Mas enfim... para comemorar esse grande feito, aqui fica um fadinho de Lisboa, pelo "nosso" Carlos do Carmo, ao vivo no Coliseu!

01 dezembro 2011

Cumprimentos

De vez em quando dá-me para reflectir sobre coisas tão simples como esta... o cumprimento. Não o comprimento - que isso é assunto para outro dia - mas o cumprimento.

Por cá, dar um beijinho ou dois vai do hábito de cada um (ou da crise - há que poupar!).
Não somos desligados e frios como os ingleses - não nos limitamos ao aperto de mão -, tão pouco somos próximos como os esquimós, que aquilo na época das gripes chega a ser pouco higiénico!
Nos States vai tudo de abracinho, conhecidos ou não, com a cara à banda para não estragar a make-up.

Mas há algo que me intriga. Agora é moda pelo mundo da Pop distribuir o amor através de chochinhos... e tudo o que mexe leva um chocho. Vai daí, fui ao Wikcionário e confirmei: de facto "cho.cho" é um substantivo, masculino, com três significados: "beijoca; beijo sonoro e prolongado; namoro". Cá pra mim um chocho dava-se muito restritamente ao mais que tudo e mais nada! Agora não: Vai um post no twitter - XOXO; outro no facebook - outro XOXO, um autógrafo ao fã - pimbas, XOXO.
Atão mas isto assim também não será demais? Tal 'tá a pouca vergonha, hã?!

30 novembro 2011

29 novembro 2011

Desafio "quarto de espelhos"

Aí está um mega título para uma mega estratégia de marketing.

Então cá vai: se este fantástico blogue chegar aos 15 seguidores, perco a cabeça e faço o pino.

-WWWOOOOOWWWW (a multidão aplaude em delírio enquanto deixo o palco e os fans em extase).

28 novembro 2011

[wishlist] 8. coisas (mais) baratas

Fui muuuito injustamente acusada de ter uma wishlist de coisas demasiadamente caras para se oferecer assim sem mais nem menos - que assim isto não servia para nada. Vai daí, aqui ficam uma sugestões mais baratinhas para poderes tirar ideias! (é contigo, J., sim...)





É preciso legenda? Gosto, gosto, gosto, gosto, gosto, gosto, gosto e gosto.
E é tudo da Lanidor!

26 novembro 2011

meias

Já agora, e por falar em provérbios... «mãos frias, coração quente». Pois muito bem, eu até tenho muitas vezes as mãos frias, confere. Mas por acaso o que incomoda mais são os pés frios a toda a hora, mas não encontro nenhuma referência a variação térmica do coração de quem sofre desse mal... vai-se a ver e fica frio também. Tudo isto me deixa um tanto ou quanto preocupada porque, já diz a minha Mãe: "essas variações de temperatura nunca fizeram bem a ninguém, ainda apanhas uma pneumonia"...

Vai daí, posso introduzir um novo item na minha wishlist: precisava de umas luvas compridas de lã castanha escura (para usar com uma capa que cá tenho - ficavam a matar). Já agora, podem fazer-se acompanhar por meias daquelas de andar em casa, quentinhas para não ter frio no coração. Meias destas nunca são demais.

Se os conselhos fossem bons não se davam, vendiam-se

Hoje ouvi este ditado que me fez lembrar alguém - foi uma tal moça que mo disse aqui há tempos, como resposta não sei bem a quê, que eu não lhe dei conselho nenhum...! No entanto, hoje fiquei a pensar nisso. Realmente, é um hábito muito nosso, este de adoptar provérbios como verdades de "la Palice", por muito patéticos que sejam (aliás, falo por mim, que vivo claramente na máxima do "se rima, é porque é verdade!"). Mas voltando ao tal ditado, fiquei, realmente, a pensar na outra rapariga... É que só vejo três hipóteses que me deixaram na dúvida: ou a mãe nunca lhe deu conselhos, ou ela teve que os pagar ou eles foram simplesmente maus. E isso explicaria muita coisa...

25 novembro 2011

25 maneiras de usar um lenço

Que um lenço compõe um look, é certinho, mas torná-lo original a cada utilização, já requer alguma ciência... Quem - como eu - é fã de lenços, echarpes, cachecóis e afins, não pode perder esta chinoca!

24 novembro 2011

Size matters

10 cm
(em que é que já estão a pensar??)

Como eu ia dizer: Adoro quando as pessoas acham que a importância de cada um se mede pelo comprimento do seu nome.
10 cm mede o meu nome em "Arial, 12". Quem dá mais??

(a Mãe não vale!!)

22 novembro 2011

e... «Arrebenta a bolha»

Today I had do take a leap os faith, hoping not to fall.
From this day forward I get to be a daughter, a sister, a girlfriend, a friend.
From this day forward I live again.

momento


here goes nothing

24 outubro 2011

Eu gostava de escrever mais...


A sério que gostava, mesmo que seja para o infinito e mais além...
Só que está escasso o tempo entre o conseguir concentrar-me (pois, 'tá compliquex...) e o comer e dormir.
De qualquer maneira, não é que venha aqui muita gente a este meu piqueno estaminé de parvoíces, portanto... adeuzinho meus fieis seguidores (grigri-grigri*) e até ao meu regresso.

* grigri é como fazem os grilos, mas só se ouvem no silêncio do vazio...

18 outubro 2011

A importância dos amigos

Aqui há dias vinha na rua e não pude deixar de ouvir a conversa que iam tendo duas meninas dos seus 8 anos que me acompanhavam o passo.

- Mafalda, quantos amigos tens no Facebook?
- Não sei, vai lá ver!
- 'Tá bem... Eu já sou tua amiga não sou?
- Sei lá! Achas que eu sei quem são os meus amigos todos??...

14 outubro 2011

E o Outono?

Pelo andar da carruagem este ano o Verão de São Martinho junta-se ao verão do zé povinho (não sei se se percebe a piada, mas como rima 'tá bom!!)... Continuam a estar 30ºC à sombra e nunca mais é tempo de eu poder usar os meus casacos giríssimos e dar uma corridinha à Baixa para arejar os neurónios e comer umas castanhas assadas... Sim, porque também conheço as de preparar no micro-ondas mas toda a gente sabe que as melhores castanhas são as que se vendem na rua a saber às notícias do dia anterior!
Vai uma pessoa muito bem a conduzir e ouve um barulho. Por descargo de consciência pega no carrinho e leva-o à oficina, ao representante da marca, porque é assim que deve ser. "Deixe estar que eu vou ver e lá pra meio da tarde já lhe ligo".
Ligou mais tarde, com notícias do mecânico. Diz que era ali a correia do alternador que não era a mais indicada e que fez saltar um não sei quê, mas que não há problema, que se resolve, só que temos cá todas as peças menos uma que, veja lá, tem que se encomendar e vem de Espanha e que portanto o carro fica até segunda-feira.
"Se não há outra solução, seja. Mas já agora o que é que lhe falta assim de tão específico que se tenha que mandar vir de propósito?"
"Um parafuso."

10 outubro 2011






Morreu, há dias, Steve Jobs. Dispensa apresentações: terá sido brilhante - deixa um legado fabuloso - mas nem isso o protegeu contra o cancro.


Tenho estado a estudar um tratado na área da saúde. Não há capítulo em que não se leia essa mesma palavra: Cancro. Todas as vezes me custa lê-la. Fico completamente atordoada, perco o fio a meada. Escrevê-la... não escrevo. "Neoplasia" tem o mesmo significado, mas como termo técnico que é soa a outra doença qualquer. Não soa a cancro. (É assim a Medicina: sonha com a saúde mas lida com a doença. Todos os dias.)

É que ele mata. Mesmo que estejamos a falar de casos de bom prognóstico, há sempre uma percentagem associada a confirmar a regra. Mesmo que possamos prever um futuro risonho, nunca mais aquela nuvem deixará o céu. É traiçoeiro e esconde-se. Não é como uma gripe que nos deixa de rastos. Quando enfraquece volta a esconder-se. Mostra-se quando já não há nada a fazer, mata da maneira mais cobarde possível.

Para quem o acompanha dá uma dolorosa sensação de impotência. Ver o sorriso esforçado de quem sofre deita-nos completamente abaixo. Obriga a pôr em perspectiva tudo o que se tem na vida... e dói. Muito.
Para quem o vive... não consigo imaginar. Tudo o que há a fazer é dar as mãos, erguer a cabeça e lutar pela vida.


Há dias morreu Steve Jobs. Era da idade do meu Pai.

08 outubro 2011

Escrevi um post sobre moda (bem, tem essa palavra, pelo menos), mas não se preocupem que não vou desatar a pôr aqui todos os dias fotografias sobre o que vesti...

ModaLisboa

Olá!

Já não aparecia por aqui há uns dias... mas hoje teve mesmo que ser! É que não há blogue que se preze que não tenha (pelo menos) um post sobre a ModaLisboa! Ora o que é que eu tenho a dizer sobre o assunto? Que não fui. "Mas como?!?" - perguntam vocês - "Com tanta gente famosa, só faltaste mesmo tu!!". Também repararam, não foi?? Olha, paciência, pode ser que pró ano me liguem lá da Moda a perguntar se não quero desfilar! Eu gostava! Não chego bem ao 1,70m e peso mais que 35Kg mas, verdade seja dita, ninguém dava por isso.

(Agora de volta ao livro que estes 15 minutos de devaneio já me estão a fazer cócegas na consciência...)