- Ganhaste, entre os amigos dos teus pais, o cognome de "aquele(a) que está em Medicina", que vem sempre a seguir ao teu nome;
17 março 2011
Sentes-te realmente estudante de Medicina quando...
- Ganhaste, entre os amigos dos teus pais, o cognome de "aquele(a) que está em Medicina", que vem sempre a seguir ao teu nome;
10 março 2011
The International Day of Awesomeness
É hoje!!!
Saiam de casa e sejam AWESOME!!
Feliz dia!!
No one's perfect, but everyone can be awesome.
http://dayofawesomeness.com/
23 fevereiro 2011
Escolhas
Mais do que optar por uma especialidade médica ou cirúrgica; mais do que escolher entre tratar homens ou mulheres, miúdos ou graúdos, a coisa vai ter que pender numa balança bem mais profunda que infelizmente pesa dois mundos incompatíveis...
Daqui a 50 anos vou olhar para trás.
Hoje, prefiro sonhar que esse momento venha a ter que que legenda?
«Fui feliz. Fui uma grande médica. Salvei imensa gente e fui reconhecida pela dedicação aos meus doentes. Estive horas a fio no bloco operatório e fins-de-semana inteiros no hospital porque alguém precisou de mim. E tive uma família.»
«Fui feliz. Fui filha e irmã. Fui Mãe e mulher de alguém. Acompanhei a minha família nos bons e maus momentos. Estive com os meus filhos nas festas da escola e quando partiram a cabeça; quando morreu o cão e quando ganharam o jogo de futebol. Viajei pelo mundo e vivi imensas experiências de que não me vou esquecer. E fui médica.»
Qualquer uma é válida; nenhuma é errada. E a escolha é minha.
06 fevereiro 2011
Notícias do Karting - Plano Vertical esteve novamente em 1.º
Faltam 300 médicos nos centros de saúde - JN
José Manuel Silva, que ontem, sábado, participou na tomada de posse dos órgãos sociais da Associação Nacional de Estudantes de Medicina em Coimbra, rejeita que haja falta destes profissionais. Portugal até tem mais médicos do que a média europeia, garante. O problema está na "desorganização" do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e na assimétrica distribuição, tanto por especialidades como em termos geográficos, dos médicos que existem.
| foto FERNANDO TIMÓTEO/GLOBAL IMAGENS |
| Bastonário critica salários de 1100 euros |
A situação mais grave é a que se vive nos cuidados de saúde primários, onde faltam cerca de 300 médicos de família a meio milhão de portugueses. Nos hospitais, o bastonário admite que "provavelmente, há médicos a mais". A razão é simples: os jovens médicos não querem seguir a especialidade de Medicina Geral e Familiar porque, nos centros de saúde, vão receber, por 35 horas de trabalho, 1100 euros mensais, "um salário ao nível de um auxiliar de acção médica". Já nos hospitais, podem negociar, nos contratos individuais de trabalho, salários muito mais atractivos.
Para colmatar a carência de clínicos, o Estado tem optado por uma solução que, na opinião de José Manuel Silva, prejudica os doentes: contratar "médicos cubanos e colombianos, sem especialização em Medicina Geral e Familiar". "O que é preciso fazer é dar condições dignas para os jovens médicos se fixarem nos centros de saúde", defende.
A obrigatoriedade de os especialistas permanecerem no SNS durante um período igual ao internato, sob pena de terem de indemnizar o Estado, é também criticada pelo recém-empossado presidente da Ordem dos Médicos. Porque só tem um objectivo: reduzir os salários. "O Estado quer forçar os médicos a trabalhar compulsivamente com vencimentos mínimos", sublinha.
Para avaliar as reais necessidades de médicos em cada especialidade e por região e determinar quantas vagas devem abrir para os internatos complementares, a Ordem vai promover um estudo de demografia médica.
Quanto ao numerus clausus para Medicina, considera que é exagerado. Socorrendo-se de um estudo que, em 2002, avaliava as vagas necessárias em 1175, diz que, todos os anos, entram nos cursos de Medicina 700 alunos a mais.
Helena Norte
04 fevereiro 2011
País - Rádios portuguesas combinaram um sorriso - RTP Noticias, Vídeo
Há já uns tempos que pensava quando iriam as rádios portuguesas tentar uma experiência semelhante à brasileira.
Hoje também em Portugal a radio faz sorrir os automobilistas.
Logo no dia em que não levei o carro...
Link: País - Rádios portuguesas combinaram um sorriso - RTP Noticias, Vídeo
02 fevereiro 2011
29 janeiro 2011
Coragem para mudar
28 janeiro 2011
Boda
Mas eu venho de uma família tradicional. Os Pais já comemoraram as bodas de prata, os Avós as de ouro e os tios vão seguindo a mesma linha.
Não é o papel em si que interessa nem tão pouco o anel. Mesmo. Não sei explicar: é o significado da coisa...
Mas o fundo da questão actualmente é anterior ao casamento em si: "Não é necessário casar." Não, de facto não é, mas parece que ultimamente o que é mais necessário é não casar...!
Não digo que duas pessoas não vivam juntas antes mesmo de dar esse passo ou que, quando o fizerem, o façam pelo civil ou pela igreja, qualquer uma que seja.
O que eu não entendo é a moda do não querer casar, mas querer ter as vantagens de se estar casado. Ou por outra: vendo o casamento da forma mais fria e pouco romântica possível, não será mais que a celebração de um CONTRATO envolvendo vantagens e desvantagens conhecidas de ambas as partes e com as quais concordam e assumem a partir do momento em que se comprometem. Assim sendo, a partir do momento em que alguém (ou um par de alguéns) decide não celebrar o tal contrato, assume para si que não terá as desvantagens inerentes mas também não terá as vantagens! Isto é: eu quero ter o meu carro (perdoem-me a comparação pateta), mas não o quero comprar; quero investir na bolsa e ter o lucro mas não assumo as perdas se as houver. Estão a ver?!
É que, no fundo, nada tem apenas vantagens.
Ainda assim, aqui fica a lista das celebrações, para referência futura:
2 anos - Bodas de Papel
3 anos - Bodas de Trigo ou Couro
4 anos - Bodas de Flores e Frutas ou Cera
5 anos - Bodas de Madeira ou Ferro
6 anos - Bodas de Perfume ou Açúcar
7 anos - Bodas de Latão ou Lã
8 anos - Bodas de Papoula ou Barro
9 anos - Bodas de Cerâmica ou Vime
10 anos - Bodas de Estanho ou Zinco
12 anos - Bodas de Seda ou Ônix
13 anos - Bodas de Linho ou Renda
14 anos - Bodas de Marfim
15 anos - Bodas de Cristal
16 anos - Bodas de Safira ou Turmalina
17 anos - Bodas de Rosa
18 anos - Bodas de Turquesa
19 anos - Bodas de Cretone ou Água Marinha
20 anos - Bodas de Porcelana
22 anos - Bodas de Louça
23 anos - Bodas de Palha
24 anos - Bodas de Opala
25 anos - Bodas de Prata
26 anos - Bodas de Alexandrita
27 anos - Bodas de Crisopázio
28 anos - Bodas de Hematita
29 anos - Bodas de Erva
30 anos - Bodas de Pérola
42 anos - Bodas de Prata Dourada
43 anos - Bodas de Azeriche
44 anos - Bodas de Carbonato
45 anos - Bodas de Rubi
46 anos - Bodas de Alabastro
47 anos - Bodas de Jaspe
48 anos - Bodas de Granito
49 anos - Bodas de Heliotrópio
50 anos - Bodas de Ouro
52 anos - Bodas de Argila
53 anos - Bodas de Antimônio
54 anos - Bodas de Níquel
55 anos - Bodas de Ametista
56 anos - Bodas de Malaquita
57 anos - Bodas de Lápis Lazuli
58 anos - Bodas de Vidro
59 anos - Bodas de Cereja
60 anos - Bodas de Diamante ou Jade
62 anos - Bodas de Telurita
63 anos - Bodas de Sândalo
64 anos - Bodas de Fabulita
65 anos - Bodas de Platina
66 anos - Bodas de Ébano
67 anos - Bodas de Neve
68 anos - Bodas de Chumbo
69 anos - Bodas de Mercúrio
70 anos - Bodas de Vinho
18 janeiro 2011
Avô A.
Faria hoje 107 anos - o meu Avô A.Defensor inveterado da Monarquia, amigo da família dos Duques de Bragança, teria certamente dado um nó na garganta ao ver a sua filha mais nova casar com o neto de um Homem da Revolução, personagem de 1910.
Foi Director do Distrito Escolar da Guarda nos anos 60 e dedicou-se ao ensino durante toda a vida.
Ainda assim, gostaria de tê-lo conhecido. Tantos netos ter-lhe-iam dado a volta.
Isso sim.
08 janeiro 2011
las meninas, 3
05 janeiro 2011
Vanity fair

01 janeiro 2011
Bom Ano

When you get what you want, but not what you need
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse
And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone, but it goes to waste
Could it be worse?
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
And high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try you'll never know
Just what you're worth
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
Tears stream down on your face
When you lose something you cannot replace
Tears stream down on your face
And on your face I...
Tears stream down on your face
I promise you I will learn from my mistakes
Tears stream down on your face
And on your face I...
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you
24 dezembro 2010
13 novembro 2010
Adeus ao "Senhor do Adeus"
Mais de 200 pessoas prestaram homenagem ao 'Senhor do Adeus'
por ELISABETE SILVA

No Saldanha, junto ao semáforo onde João Manuel Serra parava para acenar e sorrir, uma pequena multidão repetiu o gesto do adeus e até se pediu que fosse feita uma estátua
30 outubro 2010
30 setembro 2010
Dia #45 das Férias: Marrakech - Primeiro estranha-se, depois entranha-se.
1.º Dia - Madrid
Almoço no Mac – Museu Reina Sofia- Monumento às vítimas do 11/Mar na estação de Atocha. Depois, Noche en blanco: Museus, cafés, restaurantes abertos até às tantas (jantamos no Mercado de San Miguel - sim, a malta trata-se bem!); avenidas cortadas ao trânsito; milhares e milhares de pessoas por todo o lado (e um hospital de campanha da SAMUR no meio da cidade, just in case); concertos para todos os gostos e espectáculos de fogo na rua; bolas de sabão gigantes... Resumindo, a ver se descubro outra cidade europeia para passar mais uma "Noite em Branco"...
(1). Primeiro estranha-se, SIM! Tudo é diferente de cá! Logo que saímos do aeroporto no mini-bus de transfer para o hotel, percebemos que o trânsito é o caos: ao pé de um marroquino, um italiano é um menino... Andámos, andámos, andámos, começámos a contornar a muralha da Medina até que a paisagem se começa lentamente a assemelhar ao Iraque-dos-telejornais. Neste momento o B. ganha coragem e diz exactamente o que todos pensávamos "Para aqui é que eu não venho a pé de certeza!", ao que o nosso motorista responde no seu francês-marrocain: "Chegámos!".
O sangue esvaiu-se das veias e com um sorriso amarelo lá tirámos as malas da bagageira. "Sabem ir sozinhos até ao Riad?"
"NÃO!!"
Fomos em silêncio atrás do pouco amigável senhor, com as malas bem encaixadas debaixo do braço, como se nos protegessem de alguma coisa - ou nós a elas. E assim caminhávamos, a olhar para todos os lados à espera da rajada de metralhadora que devia estar mesmo para acontecer!...
Chegámos ao Riad Dar Tuscia.
"Vá lá, pode ser que isto não corra assim tão mal." Ainda assim, a mera hipótese de sair do Riad dava-me a volta ao estômago...
"Teresa, o que se passa?"
"Quero ir para casa!"
Mas... Estávamos num país novo, num continente diferente - são só três dias, 'bora lá!
Pensámos em perguntar, já agora, qual era o número de emergência. "Número de emergência? Se acontecer alguma coisa liguem para mim, sou o vosso número de emergência!"
(Oh não!) "Pronto... então vamos... ... ..."
"Vão agora visitar a cidade? Boa sorte!"
"Boa sorte?" (OH NÃÃOO!)
Ok, respirar fundo e aqui vai disto! Metemo-nos ao caminho. Mapa em punho, carteiras sempre debaixo de olho - é impossível não se parecer turista por aquelas bandas (verdade seja dita, houve quem pensasse que íamos 4 turistas com o J., o marrocain... hehe).
Ao fim de alguns minutos a andar entrámos, sem saber bem como, num Souq.
Era hora de almoçar, a barriga dava horas e não fazíamos a mais pálida ideia de onde ir.
"Trinta? Não dou trinta por isto!" - São portugueses!!
Era o seu último dia; “onde almoçar?, perguntem ali ao Henrique.”
Recomendou bem: Café des Épices.
Durante o resto da tarde andámos a ver as vistas. Entrámos pela primeira vez na praça Jamaa el Fna, que, ainda durante o dia, mal deixa prever o rebuliço da noite! Seguimos para sudoeste e fomos espreitar os jardins e a mesquita de Koutoubia. O seu minarete de apenas 69m vê-se de toda a cidade e que foi usado como modelo para La Giralda, em Sevilha e para a Torre Hassan, em Rabat.
Jantámos no centro e voltámos para o Riad ainda cedo.
(2). Depois entranha-se, SIM! Ao chegar ao Riad foi tudo tomar banho outra vez… era o calor, o pó, o fumo, os cheiros, tudo entranhado até à medula, camadas e camadas de… isso!
Ao fim do primeiro dia em Marrocos, parecia que tinha passado uma semana. As emoções ao rubro do primeiro impacto foram esmorecendo. Pensando bem, somos mais claros, aparentemente mais saudáveis, talvez mesmo mais ricos, por outro lado estamos obviamente menos ambientados, somos talvez menos sujos, mas também menos vestidos. Ainda assim, e apesar de nunca passarmos despercebidos, ninguém diz nada, ninguém se aproxima. Vivem o espírito do "tu ajudas-me a puxar a minha mota, eu mostro-te os meus camaleões bebés".
É uma convivência pacífica. Fico mais descansada.
O pequeno almoço não era diversificado mas superou largamente as expectativas (tinha levado uma caixa de bolachas, não fosse a coisa dar pr'o torto...). Café, leite, sumo de laranja natural; croissants e pão; manteiga e doce. How nice?!
Saímos do Riad já mais confiantes e preparados para aproveitar o passeio.
Fomos em direcção à zona nova da cidade (ruas iguais às de uma típica cidade europeia, apenas com mais trânsito, mais turbantes e burcas e consideravelmente mais sujas) onde, à espera do autocarro, o J. fez a melhor compra da viagem: um horloge-automatique-originel, preto, por 1/6 do que o marrocain lhe pediu inicialmente! C'est un berbère, celui là!
Apanhámos o hop on - hop off em direcção aos jardins de Menara. As fotografias do guia da American Express prometiam um jardim fulgurante, um palácio grandioso e um lago dourado. Somos testemunhas do poder do photoshop... O jardim era um amontoado de oliveiras raquíticas, o palácio era uma moradia velha e o lago, esse sim digno de ser visto, era um enorme lamaçal com peixes de meio metro e crianças a tomar banho lá dentro... Bonito!
Almoço lá pró meio da Medina: suminho de laranja marroquina – um pitéu! Comemos ainda umas sandwiches de qualquer coisa que havia de ser cordeiro mas talvez não fosse. Era bom – ou a fome era negra – portanto não interessa!
Revelou-se, este palácio, um bom spot para sessões fotográficas. Vamos lá ver: quem vê os mosaicos das primeiras salas já os viu a todos e na verdade aquilo é completamente deserto (para onde o Rei vai, vai a mobília toda atrás)! Mas os contrastes de luz, as portas e os gradeamentos e os jardins interiores fazem certamente a delícia de qualquer fotógrafo (ou “aspirante a”, com um maquinão novo! hehe).
Antes de recolher ainda houve tempo para regatear qualquer coisinha nos souks.
De volta ao Riad que amanhã há mais.
4.º Dia
Saímos de manhã em busca do bairro judeu. É capaz de ser um sítio mesmo giro, mas nunca o encontrámos... Em vez disso andámos, andámos, andámos por ruas e ruelas, passámos pelo cemitério judeu, mas o bairro em si, nicles!
Por volta das 2 da tarde e a desfalecer debaixo de 42ºC à sombra achámos por bem ir almoçar: Pizzas – não pelas pizzas em si mas porque tinha ar condicionado e esguichos de água para arrefecer. Antes da comidinha despachámos uma garrafinha de litro e meio de água cada um… só por causa das coisas! E ainda foram mais umas para o caminho.
Siga para a próxima visita: os Túmulos Saadian. Situam-se em pleno distrito Kasbah Real de Marrakech, a sul da Jamaa el Fna e foram selados no século XVI. A entrada faz-se, agora, por uma estreita passagem ao lado da mesquita. Estão ali sepultadas mais de 150 pessoas, entre as quais o Sultão Ahmed El Mansour e a sua família, bem como marroquinos em geral (até servos) que tenham sido reconhecidas pela família real pelos serviços prestados. O estilo andaluz dos mausoléus, cobertos de azulejos, tem um impacto notável. Mais interessante acaba por ser a forma como se fazem distinguir hierarquicamente, mesmo depois de mortos: pequenas estruturas de mármore, sobre o comprido, ao longo de alguns túmulos, deixam transparecer, pelo requintado trabalho manual, o nível social de quem guardam.
Uma pequena pausa para descansar à sombra dos muros veio mesmo a calhar e resultou em mais fotografias bem giras!
Gastámos os últimos dirhams nos souks em presentes para trazer e estávamos de volta ao riad.
De malas prontas e pequeno almoço tomado estivemos quase uma hora à espera que o motorista do transfer para o aeroporto nos viesse buscar, o que acabou por não acontecer. Pegámos nos pezinhos e fomos nós mesmos em busca de um petit-taxi, de malas a rolar alegremente pelo chão da rua, como se aquilo já fosse tudo nosso. Nem negociámos o preço (o taxista ficou meio baralhado), mas o mais engraçado foi quando estávamos já a arfar pelo calor de 6 pessoas dentro de um carro fechado debaixo de 40ºC, quando o senhor diz em franciu "il fait chau? atão tomem lá a manivela de abrir as janelas."!!
O resto do dia foi inteiramente passado em trânsito. Ou em transe...
Chegámos por volta das 20h e nunca a frase "Cheira bem, cheira a Lisboa fez tanto sentido!"






