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11 dezembro 2013
22 julho 2013
O dilema dos sapatos
Desde que comecei a trabalhar tenho feito uma lista de material que não me fez grande falta durante o curso mas que, agora (ou a médio prazo) me vai dar jeito na prática clínica.
Uma dessas coisas é um par de sapatos confortável para as Urgências... Ora bem,
1) o tradicional é ter umas socas no cacifo. (Aqui põe-se o primeiro problema, que é o ter um cacifo. Mas adiante...).
Não são o supra sumo da moda, mas o hospital também não é uma passagem de modelos (embora muitíssimas vezes pareça!!).
2) outra hipótese é comprar umas crocs,
que há para todos os gostos, mas que ainda não me convenceram porque me fazem lembrar o típico turista de sandálias e meias...
3) uma excelente ideia que me tinha ocorrido era ir comprar uns Não do Brasil, mas agora que me davam jeito é que aquela loja fantástica das Amoreiras fechou...
4) as minhas paez às flores são o máximo, mas não sei se não serão demasiado folclóricas para ir trabalhar. Dar muito nas vistas nunca fez o meu género...
Vai daí, fiquei a modos que sem melhores ideias e para já vão servindo os meus Timberland velhinhos que não são muito pesados e são super confortáveis... Até quando vão aguentar é que não sei...
29 agosto 2012
11 agosto 2012
PatriZia Rocha: «When a Doctor wants to live in the same body & mind as a Designer»
É claro que temos que promover as marcas nacionais, defender o que é nosso. E agora, acima de tudo, é preciso apoiar quem o faz.
A marca que aqui vos mostro inspira-me particularmente pela história que tem por detrás. PatriZia Rocha é a designer. Fashionista, arrojada, corajosa. E médica.

Muito mais do que desenhar sapatos, lembra-me que a Medicina não esgota aquilo que somos.
Mas, enfim, já agora também reservava uns clássicos para mim...
25 janeiro 2012
NÃO do Brasil
Não, não é mais uma manifestação anti-crise, mas pelas cores em exposição na loja, podia perfeitamente ser o mote para um movimento positivo. Segundo os donos - Inês G. Correia e João Pedro Amorim - reza a lenda que, «algures no coração de Minas Gerais, o pequeno Adilson, cansado de andar sempre descalço e de ouvir a sua pobre mãe responder-lhe NÃO a cada pedido para comprar um simples par de sapatos, habituou-se a fabricar os seus próprios sapatos com os materiais coloridos que ia recolhendo dos bairros pobres de Belo Horizonte. Com o passar dos anos, estes sapatos iam ficando cada vez mais bonitos. Actualmente Adilson é um homem feliz que lidera uma pequena empresa que fabrica milhares de sapatos coloridos para a felicidade de todos os que os usam. Quando alguém lhe perguntava se os seus sapatos tinham um nome, lembrava-se da sua mãe e respondia invariavelmente NÃO com um sorriso enigmático nos lábios… Consta a lenda que foi assim que o nome NÃO surgiu associado a estes sapatos.»A ideia é vender "ultra-light & ultra-slim casual street footwear", totalmente fabricado à mão. Apresentam três colecções - CAÏPI, NOÏTE e KID -, com todos os tamanhos e cores que se possam imaginar. Aliás, a parede de exposição da loja (com mais de 1000 exemplares à vista) é, só por si, digna de se ver!
São originais, são acessíveis e diz quem já experimentou que são muito confortáveis. Se é por isto, vale a pena dizer NÃO! Já fazia falta uma montra destas em Lisboa!
Quanto mais não seja, fica uma óptima desculpa para ir às Amoreiras!
Imagens e lenda daqui.
05 junho 2010
Paez
Já que estamos numa de sapatos, lembrei-me ver a outra vertente da coisa: a dos sapatos que não fazem doer os pés. É que (ao contrário do que se pensa), as mulheres também gostam de sapatos confortáveis. Não, a sério, não é por amor-próprio que andamos de saltos... talvez um bocadinhinhinho por vaidade!
Mas se no Inverno não há como calçar uns ténis e off we go, no Verão também se quer qualquer coisa mais frequinha!
Desde que me lembro que o meu Avô usa alpercatas (ou alpargatas). Tem-nas em mais de uma cor para condizer com a t-shirt que, por sua vez há-de condizer com os calções de banho. Tudo depende dos calções de banho. Ou não, é como lhe apetecer.
Ora, sempre me pareceram um calçado muito inteligente! Confortável, nem muito banal, nem específico para nada: vai-se almoçar, vai-se passear, vai-se ao café, vai-se viajar... são uns sapatos que lembram férias (e isso só pode ser bom!) mas absolutamente multiusos!
Aqui há uns tempos vi umas à venda. Giras. Havia números a partir dos 40 - how useful!... Paciência. Não voltei a pensar nisso. Mas! No outro dia uns amigos levavam umas nos pés.
Boa! Onde compraram, quanto custam? Boa, Boa!
E agora criaram-me um problema: QUAIS?? gosto das salmão e das com riscas cor-de-laranja e das com bolinhas... as reggae não fazem bem o meu género mas também são giras, e as pimenta e as bicolor verdes e as bicolor vermelho... às tantas perco a cabeça e levo umas de cada.
E toca a andar!
27 maio 2010
Sapatos

Ok, vamos lá tentar tirar da cabeça as tristezas da vida (nem que seja só por um bocadinho...)!
Tenho um casamento brevemente.
Toda a gente sabe que a noiva é de longe a pessoa mais importante da festa, mas desta vez eu gosto de pensar que a minha posição de namorada-do-padrinho-do-noivo também há-de ter o seu quê de especial!
Ora, eu que já gosto de casamentos, baptizados e similares de qualquer forma, assim então fico mesmo feliz!
E vai daí...
Já tenho vestido (in fact, já tenho dois; na altura decido qual vai sair à rua). Agora preciso de:
1. ir à(s) caixa(s) da Mãe escolher uma echarpe:
2. comprar uns sapatos.
Para o ponto 1., hão-de bastar umas horinhas mergulhada em 1001 lenços, echarpes e afins, de todas as cores do arco-íris (e mais algumas que nem mesmo este conhece), padrões e feitios que a Mummy colecciona lá no quarto.E a parte melhor vai ser quando descobrirmos que não há lá mesmo nenhuma especificamente para "casamentos numa tarde de Junho em Sintra", altura em que havemos de sair e comprar mais uma para juntar às restantes.
No que diz respeito ao ponto 2. é que a coisa se torna mais complicada.
Aqui entram vocês. Cá vai:
_pretos
_cerimónia
_dispenso matar baratas ao canto da sala
_salto que permita sobreviver a uma noite que promete ser longa sem sofrer amputações
_já agora, e se não for pedir muito, gostaria de não ter que despender as poupanças de uma longa vida (isto é, já vi uns Jimmy Choo que são mesmo o máximo, mas... não.)
Se alguém avistar uns sapatinhos assim, let me know. Poupavam-me um trabalhão!
3. pensar na toilette para a despedida de solteira;
4. hairdo, nails, make-up...;
5. fazer coisas que não interessam para aqui, mas que as senhoras fazem antes dos eventos.
Bottomline... parece que está na moda comentar "ah.. tenho um casamento, que seca!"
Not meeee!
My friends: toca a casar, que "o que faz falta é animar a malta!".
Nota breve: os últimos sapatos, por muito bonitos que possam parecer a alguns, estão visceralmente banidos da minha wishlist!
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