01 junho 2015

Foi uma festa, este fim-de-semana!


Foram 24 horas de prova.
Foram mil e tal voltas.
Foram trinta equipas, duzentos e tal pilotos.
Foram quarenta e poucos turnos.
Foi uma pole position sacada a ferros.
Foi um 14º lugar tranquilo.
Foi uma Batalha e foi uma festa!

25 maio 2015

Coisas que (não) acontecem

Num dos eventos a que fui este fim-de-semana, aconteceu uma coisa interessante.
À porta da casa de banho das senhoras, o habitual: uma fila de gente de perna cruzada, que chegava quase a Marte. 
Do lado dos homens a coisa fluía melhor: entra - faz - sai. Tudo normal. Aliás, fluía de tal maneira que entupiu e fluiu tudo cá para fora. Claro que teve que entrar a equipa de mergulhadores para limpar o chavascal em que aquilo se transformou... E, pronto, em menos de nada havia uma outra fila igualmente longa, paralela à das senhoras, cheia de contestatários! Que parecia impossível, que homem que é homem não faz fila à porta da casa de banho, que se era para aquilo, antes fazer pelas pernas abaixo, que ali é que não ficavam! Mas ficaram, muito divertidos - feitos parvos porque se tivessem que fazer fila de cada vez que queriam ir à casa de banho, já não achavam tanta gracinha. Bom, claro que em menos de nada já a casa de banho estava operacional e eles deram cabo da fila que foi um instantinho...
Ainda assim, foi extremamente divertido! Não conheço muitas pessoas que já tenham visto uma fila de homens a porta de uma casa de banho pública... Um fenómeno!

20 maio 2015

De elefante

Parece anedota (que parece!), mas ainda ontem aconteceu à minha frente.

Uma senhora dos seus 80 anos, muito bem posta, vem à consulta de ginecologia. Naturalmente, deixa o marido à porta, aguardando. Fazem-se-lhe as perguntas da praxe, se tem doenças conhecidas, se tem alergias, se toma medicamentos...
- Tomo, sim, Sra. Dra.
- E trouxe-os?
- Ah, não!
- E os nomes, sabe-os?
- Sei sim!
- Diga, então.
- Olhe, tomo um para a memória.
- Qual é?
- Ah, o nome não me lembro...
- E os outros?
- ... ... ... Olhe, dos outros também não me lembro.

Eficazes, estes comprimidos para a memória...

18 maio 2015

Bicampeão nacional

Claro que fui comemorar o 34º! Esperei que a equipa aterrasse e ala para o Marquês. Cantou-se, saltou-se, gritou-se e agitaram-se os cachecóis. Marquês ao rubro, grande festa! Depois uns idiotas decidiram entrar em modo arruaceiro, pegaram-se à pancada e eu voltei para casa. Foi uma grande festa, enquanto foi festa. E agora, rumo ao 35 que para o ano há mais!



13 maio 2015

A propósito do vídeo das miúdas que batem no rapaz

Tenho que admitir que só vi os primeiros minutos e me senti absolutamente esmagada. Mais que vergonha ou pena, senti-me triste. Talvez não devesse dizer isto, mas o que passa pela cabeça daquelas duas pessoas interessa-me muito pouco. A facilidade com que maltratam outra pessoa... Não sei de quem é a culpa (é da sociedade, é da genética, é do que quiserem), mas sei que quem chega a este nível de baixeza terá certamente muita dificuldade em vir a ser alguém decente.
Interessa-me, sim, aquele rapaz (e todos os outros e outras que vão passando pelo mesmo) porque me custa verdadeiramente sequer pensar no sítio escuro onde está. Entrou em modo de sobrevivência, é certo, não reagindo ao ataque. Mas o que sente uma pessoa que se vê nesta situação de pura vulnerabilidade é assustador só de pensar. E só pode deixar marcas que não se esquecem... Mas espero que o tornem mais forte.
Sei que não se aprende nada em caixas de comentários, mas incomodou-me também a forma leviana com que alguns diziam "se fossem minhas filhas sabia bem o que lhes fazia!", porque todos eles são filhos de alguém que talvez até tenha dado o melhor de si durante todos estes anos. Mas principalmente porque vendo aqueles primeiros minutos senti que estaria de cabeça perdida fosse meu filho o rapaz ou as raparigas e em nenhum dos casos saberia o que fazer.
Até tenho um nó na garganta.

21 abril 2015

Neste país de treinadores de bancada,

tooooda a minha gente tem opinião sobre tudo. Toda a malta é especialista em temas. Parece uma peixaria: é posta de pescada para aqui, posta de pescada para ali. O pseudo-conhecimento de causa com que se expressam, confere-lhes o direito de expôr demoradamente opiniões sobre assuntos. E dizem coisas, imensas coisas, não fosse acontecer a verdadeira desgraça que seria não conhecerem aprofundadamente algum tema. Isso é que não! Para mim, não é mais do que o nacional desenrrascanso aplicado à conversa de café. " ui, política do Bangladesh? Conheço perfeitamente! Blá, blá, blá..." E vai de encher chouriços durante 5 minutos.
Não é de agora este meu deslumbramento sobre os conhecedores de tudo. Eu, que exagero na direcção oposta, tenho alguma vergonha alheia quando assisto a estes displays narcísicos porque, na verdade, me parece uma característica que serve muito bem o propósito de se colocarem lá no topo do pedestal social, tal é o cabedal intelectual demononstrado. A não ser que haja alguém na sala com algum (algunzinho) conhecimento na área sobre a qual discorrem naquele momento. Aí é que a porca torce o rabo... E eu me rio.

20 abril 2015

Raisparta a minha vida

Tinha uma viagem de comboio para fazer, nada de especial, duas horas que ía aproveitar para estudar. Trouxe o IPad com artigos descarregados para o Acrobat reader, não fosse o Wi-Fi da cp também estar de greve. Mulher prevenida vale por duas! Tudo teria corrido bem não fosse esta mulher ser a maior florinha de estufa de que há memória.
Correu mal ainda antes de começar. Fui comprar o bilhete com 5 dias de antecedência, sabia lá que já só apanhava um lugar de costas, no corredor e no último comboio da tarde! Enfim, pelo menos tinha bilhete e havia de chegar mesmo, mesmo à hora que precisava. Se o comboio não tivesse vindo com meia hora de atraso, claro. Mas o raio do Alfa anda para chuchu e havia de passar rápido... Ou não: logo havia de vir devagar, devagarinho, os travões a chiar e parando não sei quantas vezes. Manteve os trinta minutos de atraso, com não sei quantas pessoas à minha espera... Mas, enfim, voltando atrás, não havia de ser nada, vir aos solavancos de costas e na coxia! Pelo menos espreitava as vistas. Não, não espreitava. O meu lugar era daqueles em que só via parede.  O bocadinho da janela estava ocupado pela cabeçorra do meu vizinho do lado... Ainda peguei nos textos - cheia de boas intenções - mas fiquei logo enjoada que nem um carapau (um carapau enjoado, bem entendido). E assim fiquei até meia hora depois de ter posto o pé em terra firme, sempre com aquela sensação de quem navega vagalhões em mar alto. Ou então sou uma mariquinhas desgraçada.
Qualquer das hipóteses é tão agradável.

17 abril 2015

O maravilhoso mundo das despedidas de solteira

(Um parêntesis, já de início, para dizer que dentro deste tema em particular não tenho, na verdade, grande experiência, ainda que já tenha ajudado a montar festas surpresa e ainda que há poucos anos tenha posto de pé nada menos do que o meu baile de finalistas. E meu é como quem diz... Meu e de mais duzentas e tal pessoas. Tudo bem, já preparei uma ou outra, mas  admito que o campo das despedidas de solteira não é o meu forte... O que relato é um resumo do que já vi, do que já vivi e do que me têm contado. É o maravilhoso mundo das despedidas de solteira)

Bom,
mune-se, uma pessoa, da sua melhor capacidade diplomática e avança. Emparelha-se com uma ou duas amigas e, juntas, puxam pela cabeça e imaginam e sugerem. Mas, nada. Pesquisam e pensam mais e sugerem outra vez, mas novamente lhes cortam as vazas. Porque dá trabalho, porque é lame e 'para quê?, que chatice'. Vai a homenageada e, completamente fora destas conversas obscuras, comenta que gostaria de ter uma ou duas coisas no seu dia. Óptimo, vamos a isso! Pensa-se em como por tudo em prática e apresentam-se os planos. Que não, que é 'completely last season', que não gostam. Respira-se fundo, porque os fait divers não interessam nada e isto vai mesmo para a frente.

Enfim,
apesar das mazinhas, das sonsinhas e das que deitam achas para a fogueira - sempre com um sorriso, dando um arzinho da sua graça -, respira-se fundo mais uma vez, mas não se consegue evitar ficar triste com tudo isso. Não sei qual é a ideia... acalmem-se!, por muito que vos custe, este não é o vosso dia! Durante meses mantém-se a cordialidade, engolem-se sapos. Porque é preciso levar as coisas até ao fim.

Resumindo,
escolhem-se as batalhas e avança-se nesse sentido. Deixam-se cair as outras discussões porque, com muita pena, não se é capaz de ganhar a guerra toda.
Mas sabemos que ela vai gostar, porque a conhecemos e sabemos que há-de ficar feliz por estar com as suas amigas, independentemente de todo o folclore.


16 abril 2015

Com companhia

Entra no consultório um doente dos seus 50 anos, queixando-se de dor de cabeça.
- Só cá vim porque a Dra. da farmácia ficou preocupada, porque eu já tive dores de cabeça piores que hoje! Fiz muitos exames e disseram que sofro de enxaqueca com a áurea.



Pelo menos não está sozinho!

Ainda vamos em Abril e já tenho um anúncio preferido para este ano

07 abril 2015

Cada minuto que passa é menos um minuto que falta

Os vintes já sei como são. Para mim estão a acabar, independentemente da minha vontade, que ficava aqui de bom grado. Mas para mim, dizia, estão a acabar e por isso tenho que aproveitar ao máximo os dias que ainda aqui me restam. Foram, talvez, mal aproveitados, porque podia ter passeado muito mais, visto muito mais pores do sol, ouvido muito mais a rebentação das ondas, comido muitos mais chocolates e coisas boas, olhado e visto muito mais os meus. Desperdicei imensos minutos dos meus vintes a perdê-los, assim, tão simplesmente. Talvez porque a consciência que me prega ao chão (não que me pese, porque não pesa muito, mas porque me mantém com os pés incrivelmente colados à terra) me dificulte os voos que poderia ter feito. Angústia. Apesar disso, e ainda que tenha nascido assim velha, essa crua verdade obriga-me a abrandar (travar, mesmo, às vezes) e a envelhecer mais lentamente por vontade própria. Quero, por isso, acreditar que ainda tenho montes e montes de tempo para viver - só assim isto faz sentido. Não por oposição a morrer, mas como o acto de fazer a mais absoluta coisa que temos - apenas e só, Viver.

06 abril 2015

Abril

Acabou-se o bom tempo... Ainda bem que não guardei o edredon e a colcha. Raispartam as "águas mil"!

05 abril 2015

Alô Rússia!

Amigos que me lêem na Rússia,

Antes de mais um grande "pravda" para todos vós. Sei que não faz sentido, mas é a única palavra que conheço nas línguas eslavas. Da mesma maneira, suponho que também não percebam patavina - patavinski - do que escrevo aqui. Daí que me tenha surgido esta grande dúvida: como é que a Rússia constitui o segundo país onde mais pessoas lêem o meu blog? Saciem, por favor, a minha enorme curiosidade porque amanhã tenho que acordar cedo e com tal inquietação não vou conseguir pregar olho...

Agradecida.

04 abril 2015

Andei na Vogue a espreitar as modas.

Não sei quem é, mas... Uau!

Elegantésima, como sempre.

Olha esta, coitada, fartou-se de ser a mais gira da festa. Não sei a quem roubou a rede da pesca e só espero que o papagaio não tenha sofrido.

Modelito de viúva negra.. Nop.


O que é aquilo? Já vi ninhos de rato mais bem arranjados...

Olha só o que um vestidinho sóbrio não faz pela elegância de uma pessoa, hã?

Gira, gira!

Humm, nã.


Não é para todas, claramente, mas nela... Que vestidão espectacular, sim senhora!


Uau!


Oh no they didn't!

02 abril 2015

A fauna do ginásio

Era um dia de semana à tarde e consegui sair a horas de ir ao ginásio. A fauna não era a que costumo ver. A zona da musculação estava cheia de malta, mas sobressaía um puto de metro e meio que não devia ter mais duns 17-18 anos.
- Eu como uma hora e meia antes de vir treinar. Todos os dias.
Falava sozinho, pareceu-me, porque ninguém lhe respondia. E olhava para o espelho com orgulho nos seus músculos insuflados.
Fazia sons estranhos ao ritmo do movimento dos halteres que pegava (suponho que seja isso que me falta para exercitar melhor...). Tinha um ferro com o meu peso em cada uma das mãos, mas dá-me ideia que não fez grande exercício enquanto lá estive. Para além dos passeios em direcção ao espelho, claro está.
Um, dois... largava. Um, dois... largava.
A páginas tantas diz ao amigo
- Epá,
Vamos chamar-lhe Ginjas
- Epá, Ginjas, ajuda-me aí!
E o outro foi.
- Pega aí nos pesos e dá-mos. Assim, vá.
E o outro passa-lhos e começa a contar
- Um, dois,
- Não faças isso!
Desconcentrava-o. Contar dificultava-lhe a vida. E larga os halteres no chão com um estrondo.
- 'Tou muita fraco, hoje. Normalmente chego aos 30!
Mil... Normalmente fazia trinta mil, mas hoje não era o dia.
Mas, ao espelho, estava mesmo muita bonito.

30 março 2015

A imagem mais triste do dia



Quando uma criança se rende diante de um fotógrafo pensando que lhe estava a ser apontada uma arma... Algo de muito errado e profundamente triste se passa. Não sei o que andamos a fazer às nossas crianças.

29 março 2015

New Year's eve... in NY

Um dos pontos da minha bucket list.

Mariana Mortágua


Tenho acompanhado pouco as sessões da comissão parlamentar de inquérito ao caso BES, mas tem estado à vista o desempenho excelente desta economista e deputada do Bloco e Esquerda. Não só é a mais bem preparada, como a mais incómoda para os inquiridos que até tremem quando ela se chega ao microfone!
Lá fora já está a dar que falar mas por cá, infelizmente, a malta não costuma gostar destas comichões...

28 março 2015

ENA, ENA!! #2

"O psiquiatra Tiago Reis Marques, investigador na área da esquizofrenia, foi distinguido com o prémio de Melhor Jovem Investigador, atribuído no 15º Congresso Internacional de Investigação da Esquizofrenia, que decorre nos Estados Unidos."

A notícia, aqui.

ENA, ENA!!

2014/15 HSBC Sevens World Series - Hong Kong, Match 14
Hong Kong Stadium, Hong Kong 
NEW ZEALAND 7S
  • 24
  • Full Time
  • (HT 17-7) 
  • 24
PORTUGAL 7S



26 março 2015

Ah! Então é para isso que servem!


Das mezinhas

Ele são os tratamentos sintomáticos e as terapêuticas dirigidas. Ele há antibióticos, antipiréticos, analgésicos, antiinflamatórios...
Mas em 6 anos de faculdade não houve ninguém que me falasse naquelas mezinhas que as mães sabem, que as avós ensinaram, que as famílias vão passando de geração em geração. Talvez não haja evidência científica e certamente não se aplica a toda a gente, mas serve para mim. Este é o meu top 2:
Uma é o Vicks, aquele em boião, que se espalha na peitaça de quem tem o nariz entupido. Também já ouvi falar em esfregar nos pés, lá na zona que corresponde à árvore brônquica, mas não é bem a minha cena. Portanto, peito e pescoço. É que nem entrar num campo cheiinho de eucaliptos!
A outra é o leitinho quase a ferver com mel e limão. Aquilo é coisa para curar todos os males do corpo e da alma!
E é isto. Aprendam que eu não duro sempre!

24 março 2015

Quem é que encomendou as compras do mês online e trocou o raio dos pacotes de leite de litro por pacotinhos de 200mL? Sim, tenho 64 mini pacotinhos de leite em cima da mesa da cozinha a olhar para mim. Aquilo na fotografia é igualzinho! Não querias ir lá ao supermercado, pois não? Azar.

19 março 2015

Dia do Pai

Se eu ainda andasse no Jardim-Escola, hoje haveria festa do Dia do Pai, faríamos uma moldura com massinhas, um desenho com aguarelas ou um copinho para o Pai pôr as canetas.
Se eu ainda andasse no Colégio, hoje seria a Festa de São José, haveria missa, jogos de futebol e sairíamos todos mais cedo para passar a tarde com o Pai.
Se eu ainda andasse na Faculdade, baldar-me-ia à última aula da tarde, pegaria no carro e iríamos todos jantar com o Pai.
Mas já estou a trabalhar e tenho menos tempo livre do que gostaria. Eu trabalho cá e o meu Pai trabalha lá longe.
Amanhã é sexta-feira e felizmente vamos jantar todos juntos, quando eu conseguir sair e quando ele conseguir chegar.
Mas o dia do Pai é hoje e é o primeiro em que eu não o vou ver.

17 março 2015

Dar o corpo às balas

Ontem vim à guerra. A apresentação que fiz tinha tudo para correr malzinho. Era uma sala cheia de opiniões contrárias à que ia expor, na casa do "inimigo", na boca do lobo. Era a contraposição da exposição do Director do Serviço. E foi a última apresentação da manhã, à hora do almoço, cheia de estômagos a desesperar. Mas safei-me. Apesar de tudo, safei-me.

Mas espalhei-me toda cá por dentro no momento em que me saiu um "neste ponto, agradecer à organização", ai! Bolas, comecei uma frase com uma forma verbal do demo! Ainda fiz marcha atrás, reformulei para "devo agradecer", mas a bala tinha sido disparada e atingiu-me mesmo no meu coração gramatical. Pum.

15 março 2015

Linguagem universal

Fui pela primeira vez a um casamento bilíngue, com tradução simultânea da cerimónia. Mas o noivo emocionou-se logo que a noiva entrou e para isso ninguém precisou de explicação.

14 março 2015

Está oficialmente aberta a season de casamentos 2015

Todas nós temos na vida uma ilusão mais querida, ilusão de amor.
Uma esperança mais extremosa, um sonho cor-de-rosa, perturbador.
Também eu vivo a sonhar e vejo-me a passar entre a multidão,
quando um dia eu me casar, saindo com o meu par, cheia de emoção.
Pombas lindas às centenas, vejo-as esvoaçar pelo azul do céu, da cor das açucenas e do meu véu.

Julgo às vezes que é verdade e chego a acreditar que o bom Deus o quis,
que o meu sonho é realidade e que eu vou ser feliz.

Tem tantos encantos, sonhar castelos no ar.
Dormir e não despertar, quem dera!
Viver no falso ideal de uma quimera.
Passar a vida, a sonhar!

Logo após o casamento, eu sonho aquele momento ideal p'ra nós.
Em que iremos enlaçados, meigos namorados, p'ra longe a sós.
Num ambiente de ventura, de paz, de frescura e de solidão,
entre sombras de arvoredo, um beijo dado a medo, imagino então.

O aroma embriagador da primavera em flor, embalsama o ar,
nesse jardim de amor que vejo a sonhar.
E ele, o meu apaixonado, eu vejo-o ajoelhado bem junto a mim,
confessando-me enlevado, uma paixão sem fim.

Tem tantos encantos, sonhar castelos no ar.
Dormir e não despertar, quem dera!
Viver no falso ideal de uma quimera.
Passar a vida, a sonhar!

José Galhardo
A Canção de Lisboa

13 março 2015

'Tou com uma bava!


No próximo exame que tiver já hei-de ir mais descansada. Se não me ocorrer alguma resposta, lanço esta cartada. É limpinho!

12 março 2015

Pessoas que frequentam salas de espera de consultórios,

o facto de dizerem palavras caras e termos médicos que ninguém entende dá-vos imensa credibilidade, que dá, mas só quando não há um profissional de saúde à paisana na sala.
(Doí-me a barriga de conter o riso)

All. The. Time.


11 março 2015

Por terras de sua majestade

Os ministros andam de metro. Por cá... é tal e qual a mesma coisa!

9

Daqui a um mês vamos fazer 9 anos de namoro e estou com uma enorme dificuldade em descobrir um presente que diga "you are the one".

10 março 2015

Coisas que se vêem no trânsito

Uma senhora (poupem-me o "tinha que ser") circula numa rotunda, engana-se na sua saída e faz o quê? Inversão de marcha no meio da rotunda. Nem lhe passa pela cabeça dar mais uma voltinha, não senhora, que estupidez! Porquê?, quando pode muito bem encanzinar todo o trânsito e simplesmente fazer marcha à ré e lá vai disto.
Épico, épico, foi o festival de buzinadelas que lhe choveu em cima. E mesmo assim foram poucas.

Uma coisa antiga (mas provavelmente actual) de que me lembrei


in Público